rtadewald/skills

img-to-html

Recria um mock de UI (imagem) como HTML + CSS + JS estáticos (sem framework), em etapas com aprovação do usuário: wireframe ASCII tipado com plano → fundo completo → componentes com fontes → assets restantes → revisão final.

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Cómo usar

  1. Copia el comando y revisa el paquete antes de instalarlo en tu entorno de agente.
  2. Consulta las herramientas, credenciales y entornos necesarios en el documento original.
  3. Describe las entradas y el resultado deseado; contrasta la salida con las fuentes.
npx skills add https://github.com/rtadewald/skills --skill img-to-html

Antes de empezar

  • La instalación no incluye suscripción al modelo, cuota API ni permisos sobre tus archivos.
  • Las estrellas e instalaciones reflejan actividad, no una prueba independiente de calidad o seguridad.
Documento original del Skill

Contenido del repositorio de origen con títulos, ejemplos, código, tablas, enlaces e imágenes preservados.

Img → HTML

O que é

Skill para transformar um mock de interface (PNG/JPG/WebP) numa recriação HTML fiel, passo a passo.

Entrada: uma imagem de referência (anexada no chat, path, ou URL). Se faltar, peça.

Saída: pasta design-systems/<slug>/ com a referência copiada, o wireframe, o `index.html` e uma pasta `assets/` com o CSS, o JS e as mídias geradas.

O entrypoint final deve se chamar exatamente `index.html`. Não use outro nome para o HTML principal.

<slug> = nome curto do mock em kebab-case (ex.: chatgpt-glass-dash). Se o usuário não indicar, derive do nome do arquivo ou pergunte.

Por que em etapas

Recriar a tela inteira de uma vez falha (cores, glass, ícones e fontes misturam erros). O fluxo é bottom-up: cada camada só começa depois da anterior aprovada pelo usuário. O wireframe define o que existe e seu plano indica quando e como implementar cada região. Assets entram conforme sua função: imagens que compõem o fundo são feitas junto dele.

Pipeline

1. reference → $to-wireframe format=ascii → wireframe.txt + plano → [usuário aprova ambos]
2. fundo completo (CSS e/ou imagens)       → [usuário aprova]
3. estrutura e componentes + fontes       → [usuário aprova]
4. assets restantes (ícones, imagens etc.) → [usuário aprova, se houver]
5. revisão final integrada                → [usuário aprova]

Gate de aprovação (vale para todas as etapas)

Ao terminar uma etapa:

  1. Mostre o resultado (path + open no macOS e/ou screenshot no browser).
  2. Pergunte se está correto / se mudaria algo.
  3. Pare. Não inicie a etapa seguinte.

Só avance com confirmação explícita ("aprovado", "pode seguir", "ok"). Se o usuário pedir correção: edite, mostre de novo, aguarde nova aprovação.

A aprovação do plano autoriza a sequência proposta, sem substituir os gates de implementação. Se não houver assets restantes, indique isso no plano e omita a etapa 4; depois da aprovação da etapa 3, siga para a revisão final.

Layout da pasta

design-systems/<slug>/
  reference.[ext]      # cópia da imagem de entrada
  wireframe.txt        # planta tipada criada por $to-wireframe format=ascii; plano apresentado junto
  index.html           # markup — só estrutura, sem <style>/<script> inline
  assets/
    styles.css         # todo o CSS
    app.js             # todo o JS (só se o mock precisar de comportamento)
    crops/             # recortes da reference
    *.png / *.mp4 …    # imagens, ícones, vídeos gerados

Stack: HTML + CSS + JS separados

Sem build, sem bundler, sem framework, sem `node_modules`, sem dev server — abre com open index.html e funciona.

  • index.html carrega os outros dois: <link rel="stylesheet" href="assets/styles.css"> no <head> e <script src="assets/app.js" defer></script>.
  • Nada de `<style>` ou `<script>` inline no HTML, e nada de style="…" nos elementos. Todo CSS vive em assets/styles.css.
  • Um styles.css só. Se ele passar de ~1500 linhas, aí sim quebre por região (assets/nav.css, assets/cards.css) e adicione os <link> correspondentes — mas o default é um arquivo.
  • assets/ é a única pasta auxiliar: CSS, JS, imagens, ícones, vídeos e os crops moram todos lá.
  • Sem Tailwind, sem CDN de framework. CSS puro, com custom properties no :root para o design system (cores, radius, sombras, tipografia).
  • Cada região do wireframe vira uma classe CSS (.nav, .hero, .card, .card2, …) e cada tag tipada vira uma classe utilitária (.h1, .t2, .btn, .lnk, …). Mesmo id no wireframe = mesma classe.
  • Conteúdo repetido (lista de cards, itens de nav) é escrito direto no HTML. Só crie app.js se o mock exigir comportamento real; não gere markup por loop de JS.
  • Paths sempre relativos: assets/{id}.png.

Se o usuário pedir React/Vite explicitamente, aí sim mude a stack.


Etapa 1 — Wireframe ASCII tipado + plano

Objetivo: a planta estrutural da tela — quais regiões existem e que texto tem dentro delas — acompanhada de um plano curto de implementação por região.

O wireframe é o contrato com o HTML: cada região e cada tag tipada vira depois uma classe CSS (mesmo id = mesmo visual). A criação, o vocabulário tipado, o aninhamento e a revisão estrutural pertencem exclusivamente a `$to-wireframe`. Não replique essas regras nesta skill.

Criar o wireframe

  1. Criar design-systems/<slug>/ e copiar a imagem para reference.[ext].
  2. Invocar a skill `$to-wireframe` com format=ascii, image=design-systems/<slug>/reference.[ext] e output=design-systems/<slug>/wireframe.txt.
  3. Manter wireframe.txt como o contrato canônico desta execução. Não gerar SVG nesta etapa.
  4. Não alterar o wireframe depois da entrega do $to-wireframe; qualquer correção estrutural volta para $to-wireframe com a mesma imagem e format=ascii.

Plano de implementação (na mesma aprovação)

Depois de receber o ASCII do $to-wireframe, indique para cada região a etapa de implementação e a técnica prevista. Agrupe regiões iguais. Apresente o plano na mensagem, em uma tabela curta. Ele não é adicionado ao ASCII: etapas e técnicas não fazem parte dos ids/classes nem do texto da interface.

Exemplo de plano (adaptar à referência):

Região / elementoEtapaTécnica prevista
Fundo da tela + arte decorativa2Gradiente CSS + ilustração transparente
Nav, hero e cards3HTML/CSS; família e peso definidos antes do ajuste fino
Fundo ilustrado de um card3Imagem + CSS, junto da superfície do card
Área de mídia3 / 4Estrutura na 3; imagem de conteúdo na 4
Ícones e avatares4Assets gerados a partir dos recortes
Tela completa5Comparação integrada e correções finais

Escolha visualmente entre CSS, imagem ou composição dos dois, considerando fidelidade, esforço e facilidade de ajustar posição/escala. Cores, gradientes e formas simples favorecem CSS; arte e texturas complexas favorecem imagem; camadas separadas ajudam quando precisam de ajustes independentes. Uma imagem de fundo única também é válida quando reproduz melhor a composição. Preserve textos e controles como HTML.

Classifique imagens pela função, não pelo formato: fundo da tela → etapa 2; fundo de componente → etapa 3; imagem de conteúdo, ícone ou avatar → etapa 4. Nenhuma superfície deve ser aprovada com parte essencial do seu fundo ainda pendente. Planejar esses assets na etapa 1 não significa recortá-los ou gerá-los ali.

Faça somente a revisão do plano: ele cobre todas as regiões do wireframe e distingue assets de fundo dos assets restantes? Depois mostre wireframe.txt junto do plano e aplique o gate único para estrutura + sequência/técnicas propostas.


Etapa 2 — Fundo completo (CSS e/ou imagens)

Pré-requisito: wireframe e plano aprovados.

  1. Criar index.html (esqueleto mínimo com o <link> para assets/styles.css e <body> vazio) e assets/styles.css (reset curto + :root com as custom properties que já der para definir).
  2. Recriar o fundo completo com a técnica escolhida no plano: CSS, imagem única ou composição de camadas. Produzir agora as imagens necessárias, usando o procedimento de assets abaixo; não deixá-las para a etapa 4. Quando houver várias camadas independentes, gere-as no mesmo lote paralelo e só componha o fundo depois que todas terminarem.
  3. Sem navbar, cards ou conteúdo. O <body> pode receber elementos decorativos quando necessários para compor o fundo; também podem ser usados backgrounds CSS e pseudo-elementos.
  4. Ajustar posição, escala, recorte, transparência e mistura entre camadas. Abrir o arquivo no browser (open index.html) e comparar o fundo composto com a referência.
  5. Gate.

Etapa 3 — Estrutura e componentes + fontes

Aqui entram a estrutura e os textos do wireframe (markup no index.html, estilo no assets/styles.css): primeiro o chrome (nav — top bar e/ou sidebar), depois cada tipo de card (card, card2, …) e as demais regiões. Imagens que compõem o fundo de um componente entram junto dele; as independentes usam o mesmo lote paralelo do procedimento de assets. Um gate só, no fim.

Fontes antes do ajuste fino

  1. Para cada tipo de tag distinto (h1…t3, btn, lnk, …), identificar família + peso. Se a skill/API local find-font estiver disponível, usar crop de uma linha com text= case-sensitive; caso contrário, escolher por julgamento visual a Google Font mais próxima e informar a aproximação.
  2. Aplicar o <link> do Google Fonts no index.html ou @font-face no styles.css, com font-family / font-weight nas classes correspondentes. Mesmo id de tag = mesma tipografia.
  3. Confirmar o carregamento das fontes antes de ajustar quebras de linha, dimensões e espaçamentos. Não adiar a escolha da família/peso para a revisão final.

Meta: cada superfície indistinguível da referência. Iterar medindo, não chutando:

  • cores (eyedropper / sample de pixels na reference)
  • gradientes (ângulo + stops)
  • transparência (glass vs opaco)
  • bordas / rim light (direção, soft vs hairline)
  • glow / sombra externa e inset
  • radius, padding, espaçamento entre elementos
  • tipografia já aplicada (família/peso, tamanho, altura de linha e espaçamento)

Fluxo por superfície (nav primeiro, depois card a card):

  1. Crop da referência (ou lab side-by-side no browser).
  2. Amostrar pixels (fill, rim TL/BR, texto, meta).
  3. Escrever o markup no index.html e a classe em assets/styles.css; valores reutilizados viram custom property no :root.
  4. Screenshot recreate vs crop; ajustar até bater.

Somente os assets atribuídos à etapa 4 continuam como placeholders, com dimensões reservadas. Fundos e fontes dos componentes já devem estar completos. Com as regiões implementadas e comparadas → gate.


Etapa 4 — Assets restantes

Implementar os [ico:] / [img:] / [av:] e demais assets que o plano deixou para esta etapa. Reutilizar os assets de fundo já aprovados; não regenerá-los apenas para cumprir esta etapa. Preparar todos os recortes da etapa e gerar os assets independentes em paralelo pelo procedimento abaixo; depois comparar o conjunto e apresentar o gate. Se não houver pendências, omitir esta etapa conforme o plano.

Procedimento de assets (usado nas etapas 2, 3 e 4)

  1. Fazer todos os crops necessários na reference → assets/crops/{id}.png antes de iniciar qualquer geração.
  2. Separar os requests em lotes: assets sem dependência entre si e com arquivos de destino distintos pertencem ao mesmo lote. Um asset que depende de uma imagem recém-gerada, ou de uma composição ainda não aprovada, fica no lote seguinte.
  3. Regenerar cada lote com GPT Image 2 via OpenRouter (gpt2) em paralelo. Para ícones ou camadas recortadas, pedir PNG com fundo transparente; para um fundo completo, preservar o fundo necessário. Adaptar o prompt à arte (foto, textura, 3D etc.); não impor estilo flat a todo asset. Inicie cada comando em segundo plano e execute wait antes de encaixar qualquer resultado. Exemplo para dois ícones independentes:
bash
uv run ~/.agents/skills/openrouter-img/scripts/generate_image.py \
  --prompt "Recreate this UI icon/asset exactly. Flat, clean edges. Transparent background. No extra padding, no mockup frame." \
  --input-image design-systems/<slug>/assets/crops/{id}.png \
  --filename design-systems/<slug>/assets/{id}.png \
  --model gpt2 --resolution 1K --aspect-ratio 1:1 &

uv run ~/.agents/skills/openrouter-img/scripts/generate_image.py \
  --prompt "Recreate this UI icon/asset exactly. Flat, clean edges. Transparent background. No extra padding, no mockup frame." \
  --input-image design-systems/<slug>/assets/crops/{id-2}.png \
  --filename design-systems/<slug>/assets/{id-2}.png \
  --model gpt2 --resolution 1K --aspect-ratio 1:1 &

wait

Rodar a partir do cwd do repo de skills (ou paths absolutos). Para um único asset, rode o mesmo comando sem & e sem wait. Ajustar --aspect-ratio ao crop ou à camada de destino. Ao gerar um fundo a partir do mock, pedir apenas a arte de fundo, sem reproduzir textos, cards ou controles sobrepostos. Requer OPENROUTER_API_KEY (.env do projeto ou ~/.env).

  1. Depois do wait, encaixar cada resultado no HTML via <img src="assets/{id}.png"> (ou background-image) e comparar com a ref.
  2. Se algum falhou: preparar somente os assets afetados para um novo lote, com prompt ajustado; não regenerar os que já passaram.
  3. Avaliar os assets na composição da etapa que os utiliza; o gate é o dessa etapa, sem uma aprovação extra por arquivo.

Etapa 5 — Revisão final integrada

  1. Comparar uma screenshot da tela completa com a referência, no mesmo viewport, com fontes e assets carregados.
  2. Conferir a cobertura do wireframe/plano e corrigir diferenças de integração: sobreposição de camadas, recortes, alinhamentos, quebras de linha e espaçamentos após a entrada dos assets.
  3. Verificar paths relativos e os comportamentos implementados, se houver. Informar aproximações ou pendências reais.
  4. Mostrar a tela completa e os arquivos finais → Gate. Esta etapa consolida o resultado; fontes e fundos já foram implementados nas etapas anteriores.

Não fazer

  • Pular gates ou "adiantar" várias etapas num único turno.
  • Na etapa 1: medir, croppar, fazer OCR, desenhar arte, ou refinar o wireframe além da revisão única.
  • Adiar imagens essenciais de fundo para a etapa 4, ou deixar a escolha de fontes para a revisão final.
  • Inventar textos ilegíveis no wireframe.
  • Desenhar caixa de componente sem label de região, ou achatar cards-filho em texto solto dentro do pai.
  • Marcar nav ativo como [lnk:] (use [btn:] / variante).
  • Tratar ícones/imagens com Lucide/placeholder "parecido" quando o plano pede asset gerado da ref.
  • Escrever CSS inline (<style> no HTML ou style="…" no elemento) — todo estilo vai para assets/styles.css.
  • Criar package.json, bundler, framework ou espalhar arquivos fora de assets/.

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