Uma resposta permitida não prova que o aplicativo é permitido. Texto comum pode circular numa rede que engana eleitores, dados podem rastrear sem consentimento ou ferramentas acionar equipamento inseguro. A atualização Anthropic de 8 de outubro funciona melhor como limite do fluxo inteiro.
As regras entram em vigor em 12 de novembro de 2026. Muitas esclarecem restrições existentes; abuso do modelo é o acréscimo incomum, não o todo. Mapeie propósito, dados, destinatários, ferramentas e decisões posteriores juntos, em vez de tratar um prompt bem-sucedido como aprovação.
Separe crítica de crueldade sem propósito
A Anthropic mira casos extremos de abuso ou crueldade contínuos e desnecessários sem finalidade discernível. Frustração comum, crítica forte, testes, pesquisa e ficção sombria continuam permitidos na descrição. A regra não estabelece consciência, sofrimento humano ou personalidade jurídica do Claude.
A resposta principal pode encerrar uma conversa, não necessariamente outros chats ou toda a conta. Isso importa para suporte e pesquisa. Observe falsos positivos, explicações e recursos, não presuma que palavras rudes bastam para violação ou que todo encerramento sanciona a conta.
Revise origem e distribuição em comunicação cívica
Sai a proibição geral de persuasão política personalizada e segmentação, com maior precisão sobre engano e interferência. Traduzir instruções neutras ou avisos legítimos de correção de voto difere de personificação, mensagens automatizadas ocultas, informação falsa ou supressão. Regras mais estreitas não permitem campanhas inautênticas.
A seção de engano cobre contas, avaliações e veículos falsos, patrocínio oculto e consenso artificial para manipular buscas ou respostas de IA. Confira quem controla os canais e se o destinatário entende a origem. Verdade, atribuição, consentimento e propósito vão além de uma mensagem localizada.
Separe monitoramento autorizado de decisões proibidas
Vigilância inclui rastreamento sem consentimento e análise de dados anteriores de localização, biometria, comunicação, associações ou atividade online, além de ferramentas que ampliam vigilância proibida. Claude não deve decidir ou recomendar quem autoridades investigam, prendem, acusam, processam ou detêm.
A fonte preserva monitoramento consentido de fraude, triagem contra lavagem, análise anônima, jornalismo, pesquisa jurídica, moderação e segurança autorizada. São permissões contextuais, não licença geral. Registre consentimento, origem, propósito, acesso e ações posteriores para impedir que análise permitida vire decisão proibida.
Coloque ações importantes sob proteção independente
Restrições de armas incluem software de mira, controle de fogo, combate e operação, além de integração em drones, veículos e plataformas autônomas. Examinar apenas o projeto escrito final perde componentes habilitadores. Revise o que o código controla, não apenas palavras de armas.
Em usos físicos permitidos, operador qualificado precisa observar e parar o equipamento; desconexão deve manter estado seguro. Controles independentes limitam velocidade, força, temperatura, pressão, tensão, dose ou área. Certas recomendações médicas, jurídicas, financeiras, de emprego e outros riscos exigem revisão qualificada real, poder de mudar e divulgação da participação de IA.
Crie provas ligando cada uso sensível a consentimento, propósito, limites e revisor responsável. Um botão formal não é supervisão substancial. Política privada não substitui lei, compras ou responsabilidade externa, e acordos governamentais podem ter termos específicos. Avalie aplicativo e aplicação das regras preservando crítica e pesquisa e impedindo ações não autorizadas.
