How to use
- Copy the installation command and review the source package before installing it in your own agent environment.
- Check the source document for required tools, credentials and supported hosts.
- Describe your input and desired deliverable; review the output against the source material.
npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-dockerBefore you start
- Installation does not include a model subscription, API allowance or permission to access your files.
- Repository stars and installation counts describe activity, not an independent quality or security test.
Rendered from the source repository. Headings, examples, code, tables, links, and referenced images are preserved.
Docker
Quando usar
- Acionar para escrever ou revisar
Dockerfile,docker-compose.yml,
.dockerignore, política de tag/registry ou depurar um container que não builda, não sobe ou não responde a healthcheck.
- Acionar também para reduzir tamanho de imagem, eliminar segredo vazado em
camada ou corrigir processo que não recebe SIGTERM corretamente.
- Não acionar para orquestração de múltiplos nós, rollout com réplicas,
secrets de cluster ou rede overlay — usar $specsfy-specialist-docker-swarm para isso; Docker Compose aqui é ambiente local/CI, não topologia de produção multi-host.
- Combinar com
$specsfy-specialist-application-securitypara revisão de
supply chain (SBOM, proveniência, dependências vulneráveis) e com a skill de linguagem/framework do projeto para o conteúdo do build em si.
Fluxo
- Descobrir arquitetura alvo (amd64/arm64), runtime base (linguagem,
versão), build context real e o contrato de execução esperado (variáveis, portas, volumes) antes de propor mudança.
- Inspecionar
Dockerfile,.dockerignore,docker-compose.ymle a
política de imagem/tag já em uso pelo projeto.
- Quando a imagem fizer parte de uma release ou deploy, executar esta etapa
sob $specsfy-specialist-deploy. Usar a versão entregue por $specsfy-specialist-versioning, gerar a referência com docker-tag e recusá-la quando verify-docker-tag apontar diferença.
- Separar dependências de build e runtime com estágios (`multi-stage
build`) claros — a imagem final não deve conter compilador, cache de pacote ou fonte que não roda em produção.
- Fixar artefatos de forma reproduzível (lockfile, versão de base image
pinada ou por digest) e reduzir contexto de build e camadas mutáveis.
- Executar o processo como usuário não root, limitar privilégios
(cap_drop, sem --privileged) e nunca embutir segredo na imagem.
- Definir healthcheck, tratamento de sinal (
SIGTERM,SIGINT), volumes,
redes e configuração externa (env, arquivo montado) explicitamente.
- Construir a imagem, escanear vulnerabilidades e testá-la exatamente como
será executada em produção (mesmo usuário, mesmas variáveis).
Padrões
- Em aplicações com extensões nativas, dividir compilação em estágios
independentes por família. Uma alteração em Redis, mídia ou servidor de aplicação não precisa invalidar toda a toolchain.
- Quando vários serviços usam o mesmo código, produzir uma imagem única e
selecionar modos de processo no entrypoint, como HTTP, scheduler, filas e WebSocket. Cada modo recebe healthcheck, sinal e escrita compatíveis com sua função.
- Publicar referências imutáveis para SemVer e commit, conferir se ambas ainda
não existem e registrar o digest usado pelo deploy. A tag Git só deve ser publicada depois que a imagem estiver disponível no registry.
- Gerar caches de framework no entrypoint quando eles dependem de configuração
fornecida no runtime. Não transportar cache de configuração criado durante o build para ambientes com valores diferentes.
- Preferir base mínima compatível (slim/alpine quando a stack suporta) e
fixar por digest (@sha256:...) quando reprodutibilidade byte-a-byte importar mais que atualização automática de patch.
- Ordenar instruções para maximizar cache (dependências antes do código
fonte) sem esconder atualização de dependência — um COPY package*.json seguido de RUN install antes do COPY . . cacheia a instalação enquanto o código muda, sem congelar a versão instalada.
- Usar mounts de secret e cache do BuildKit (
RUN --mount=type=secret,
--mount=type=cache) para credenciais de build e cache de package manager — nunca ARG/ENV para segredo, pois ambos persistem no histórico de camadas da imagem final.
- Nunca copiar o repositório inteiro sem
.dockerignore—.git,
node_modules, artefatos de build local e .env vazam para o contexto e infla o tamanho/tempo de build.
- Tratar o processo principal como PID 1 conscientemente: usar
ENTRYPOINT
em forma exec (["cmd"], não CMD cmd args em shell form) para receber sinais corretamente, ou um init mínimo (--init/tini) quando o processo não reaper zumbis.
- Manter dado persistente fora da camada gravável do container (volume
nomeado ou bind mount) — dado na camada do container morre com o container.
- Definir limites de recurso e filesystem raiz somente leitura
(--read-only + volumes explícitos para o que precisa escrever) quando o workload permitir, reduzindo superfície de ataque em runtime.
Antipadrões
latestcomo única tag em produção — não é reprodutível e não permite
saber qual código está rodando sem inspecionar o container.
ADDpara copiar arquivo local (em vez deCOPY) —ADDtambém
descompacta e busca URL, comportamento implícito que surpreende quem lê o Dockerfile depois.
USER rootimplícito (ausência deUSER) em imagem que serve tráfego —
processo comprometido dentro do container tem privilégio de root do container, ampliando o impacto de qualquer vulnerabilidade na aplicação.
- Instalar dependência de build (compilador, headers) na mesma camada final
sem multi-stage — infla a imagem e aumenta a superfície de vulnerabilidade escaneável sem benefício em runtime.
- Healthcheck que só verifica "processo escutando na porta" sem checar
dependência crítica (banco, fila) — o orquestrador considera o container saudável mesmo quando ele não consegue de fato servir a requisição.
Validação
- Build limpo sem cache (
--no-cache) e build incremental (com cache) —
ambos devem produzir uma imagem funcionalmente equivalente.
- Executar a imagem com o usuário, arquitetura e variáveis de ambiente
reais do ambiente alvo, não apenas com defaults de desenvolvimento.
- Exercitar healthcheck,
docker stop(shutdown gracioso dentro do prazo
configurado), portas publicadas, volumes, resolução DNS interna e o comportamento quando uma dependência declarada está indisponível.
- Gerar SBOM/rodar scanner de vulnerabilidade disponível no projeto e
inspecionar tamanho e número de camadas da imagem final.
- Não declarar uma imagem "segura" sem o scanner rodado, nem "reproduzível"
sem builds repetidos produzindo o mesmo resultado funcional a partir do mesmo commit.
Skills relacionadas
$specsfy-specialist-deploycoordena a entrega completa; esta skill cuida
somente da imagem e do Compose de desenvolvimento.
$specsfy-specialist-versioningpreparaSEMVERe confere a identidade da
imagem antes da publicação.
$specsfy-specialist-docker-swarmpara orquestração multi-nó, secrets de
cluster, rede overlay e rollout de serviços — este especialista cobre a imagem e o Compose local, não o cluster de produção.
$specsfy-specialist-application-securitypara supply chain (SBOM,
proveniência, CVE de dependência) e hardening além do container.
$specsfy-specialist-observabilitypara logging, métricas e tracing do
processo dentro do container.
$specsfy-specialist-postgres,$specsfy-specialist-redispara o que
roda dentro da imagem/serviço (modelagem de schema, estrutura de dado, persistência) — esta skill cobre o empacotamento (imagem oficial, volume, healthcheck), não a decisão interna do banco/cache.
$specsfy-specialist-supabasequando o ambiente local do projeto for
orquestrado pela CLI do Supabase sobre Docker.
$specsfy-specialist-laravelpara os contratos de execução da aplicação
empacotada (workers de fila, scheduler, variáveis de ambiente esperadas).
$specsfy-specialist-debian-serverpara kernel, filesystem, systemd, APT e
Docker Engine do host que executa a imagem.
Leia references/standards.md para build, Compose, segurança, supply chain e operação.


